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Pensando em instalar um kit de gás natural no carro para reduzir o gasto com consumo de combustível? Antes de realizar a conversão, confira nossas dicas e informações sobre o serviço que costuma ser mais vantajoso para quem roda bastante com o automóvel.

Procure uma oficina credenciada
A primeira dica para quem pensa em fazer a instalação do kit do gás em qualquer estado do país é buscar uma oficina homologada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A relação de estabelecimentos está disponível no site do órgão. Mauricio Brazioli, dono da Osasgás, instaladora localizada em Osasco (SP), diz que hoje há uma fila de espera de dez dias. “No ano passado, o número de conversões cresceu 100% em relação a 2015. Apenas nesse último mês de janeiro fizemos 100 instalações, contra 40 em 2016.”

 

Quanto custa
O serviço leva um dia e custa, em média, R$ 3.990. O preço é referente ao kit Geração 5, considerado o mais moderno.

 

Economia de combustível

De acordo com levantamento feito em fevereiro deste ano pela Associação Brasileira das Empresas de Gás Canalizado (Abegás), a economia com uso do GNV em comparação à gasolina varia entre 43% e 58% (de acordo com o preço na bomba, e de 44% a 66% em comparação ao etanol.

O custo médio do quilômetro rodado com GNV em São Paulo, segundo a Comgás, é de R$ 0,17, enquanto com gasolina pode chegar a R$ 0,36 e com etanol, R$ 0,39. Significa que, com R$ 30, o motorista roda 177 km com gás natural veicular, 84 km com gasolina e 77 km com etanol.Perda de potência

Ainda há perda de potência nos carros com o GNV, mas com os avanços tecnológicos do kit Geração 5, disponíveis desde 2010, a perda de potência foi reduzida em torno de 10% (considerando o equipamento anterior, Geração 3), ou seja, hoje a potência fica 3% menor.

 

Uso do porta-malas
A perda de espaço para bagagem por conta da instalação do cilindro continua sendo um problema, mesmo com a diversidade de tamanhos de equipamentos oferecida atualmente. Em alguns veículos, como o Renault Duster e a Chevrolet Spin, essa questão foi resolvida com a instalação do kit na parte externa do veículo.

 

Perda da garantia

Mesmo sendo certificada pelo Inmetro quando feita nas oficinas autorizadas, a conversão para GNV faz com que o veículo perca a garantia dada pela montadora. Algumas concessionárias e revendedoras, como a Chevrolet Nova Veículos, da capital paulista, oferecem a instalação do kit de gás natural veicular como item opcional, com garantia de um ano da loja para o serviço.

 

Combustível menos poluente
O GNV polui menos do que os combustíveis líquidos. Ele registra emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera em média 20% mais baixa na comparação com a gasolina e 15% inferior se comparado ao etanol.

 

Onde abastecer
Vale lembrar que o gás natural veicular não é encontrado em todos os postos. A Comgás tem uma rede de 271 locais com a opção do GNV em sua área de concessão (Grande São Paulo, Campinas e região, Vale do Paraíba e Baixada Santista).

FONTE:https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2017/03/gnv-o-que-voce-precisa-saber-antes-de-instalar-o-kit-gas-no-carro.html

1. Como identificar que está danificado?

O farol pode ter danos em suas fixações, o que pode ocasionar a desregulagem de facho do farol. Também pode ser dano na eficiência, quando a lente do farol fica opaca. E situações mais óbvias, que é quando ele simplesmente não liga mais.

 

2. O que fazer quando o farol estiver danificado?

Quando há danos em sua fixação, o recomendado é o reparo ou a substituição do conjunto. Já para opacidade de lente, recomenda-se o serviço de polimento. Aconselho procurar um especialista, pois há variedade de lentes, que podem ser de policarbonato ou vidro.

 

3. Dá para consertar o farol quebrado em casa?

Não é recomendado, pois pode ser necessária a desmontagem da peça ou a utilização de ferramentas específicas para o reparo, como uma politriz (máquina de polimento).

 

4. Onde é melhor consertar: concessionária ou autoelétrica?

Não há diferença entre os locais de reparo. O importante é observar se a oficina tem o ‘know-how’ para realizar o serviço.

 

5. Quais os riscos de um farol quebrado na estrada e na cidade?

Diminuição na eficiência de iluminação, ofuscamento da visão do motorista que vem em direção contrária e também levar multa por infração de trânsito.

 

6. Quanto custa a multa por rodar com farol quebrado?

Segundo o artigo 223 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a perturbar a visão de outro condutor é considerado uma infração grave. Além da multa de R$195,23 e dos cinco pontos na carteira de motorista, há retenção do veículo para regularização.

 

7. Como descubro o tipo certo de farol para o meu carro?

Basta consultar o manual ou verificar na própria lâmpada

 

8. Como usar corretamente o farol do carro?

O acendimento dos faróis em rodovia é obrigatório. Em locais com baixa iluminação, também é preciso o ligar o farol baixo. O farol alto deve ser utilizado apenas em vias que não tenham fluxo contrário de veículos, evitando, assim, o ofuscamento da visão dos motoristas que estão em direção inversa.

 

9. Qual a manutenção correta do farol?

Não há segredo: deve-se checar se a peça está regulada e sempre verificar se todas as lâmpadas estão funcionando corretamente.

 

10. A limpeza caseira dos faróis com substâncias alternativas funcionam?

Não recomendamos o uso de produtos que não sejam específicos para este propósito.

 

11. Se meu farol queimar e eu levar em uma auto elétrica, perco a garantia?

Não há esse risco, pois o farol, quando queimado, exige a substituição da lâmpada. Esse tipo de manutenção/substituição não é passível de perda de garantia. Mas é muito importante a peça defeituosa seja substituída por uma lâmpada de mesma especificação e recomendação do fabricante. Caso contrário, neste caso é possível, sim, perder a garantia.

 

12. Quais tipos de customização de farol são permitidas?

Não se recomenda a customização do farol do veículo, pois dá margem à interpretação de ineficiência de dispositivos de segurança, o que pode gerar multa de acordo com o artigo 230, IX do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – que proíbe a condução do veículo com equipamentos de segurança em estado ineficiente, gerando uma multa de R$195,23 e cinco pontos na CNH. Por isso, não se deve encobrir a lente com películas que diminuam a eficiência de iluminação. Também não se deve substituir as lâmpadas por lâmpadas mais fortes, que podem ofuscar a visão de outros condutores. Vale lembrar que alterações realizadas no projeto original do veículo devem ser submetidas à aprovação para rodar, que é feita em uma ITL (Instituição Técnica Licenciada) do Detran de sua cidade.

 

 

13. Quais são os modelos de faróis disponíveis no mercado?

Farol halógeno – tipo de luz convencional utilizada na maioria dos veículos que atende à legislação nacional;

Farol de xenônio – tem uma luz mais forte, à base do gás xenônio. Possibilita uma luminosidade mais eficiente se comparado à luz halógena;

Farol de led – a peça utiliza a tecnologia de iluminação por led. Um diferencial é que esse tipo é mais eficiente no direcionamento do facho quando comparado com as demais tecnologias.

FONTE: https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2017/04/13-duvidas-sobre-farois.html

Muitas pessoas não sabem que não é necessário fazer grandes adaptações no carro ou no modo de dirigir para reduzir o gasto de combustível. Basta colocar em prática algumas práticas simples, assim como alguns cuidados com a manutenção. Confira as dicas de especialistas consultados por Autoesporte.

Dicas para conomizar combustível (Foto: Shutterstock)
Pé pesado para quê?
Acelerar e frear bruscamente são alguns dos piores inimigos da economia de combustível, além de ser um perigo para os condutores e pedestres que estão por perto. “Evite picos de velocidade, o correto é conduzir com suavidade. Acelere gradativamente, o motor responderá com eficiência sem consumir exageradamente”, recomenda Aldo Piedade, proprietário da Alpie Escola de Pilotagem. Frear com calma dá ao condutor (em algumas situações) a possibilidade de aproveitar a inércia do veículo para retomar a velocidade, outro ponto a favor da economia.

Dicas para conomizar combustível (Foto: Shutterstock)
Quando o relevo ajuda
Em declives, mantenha o veículo engrenado, acelere o suficiente e aproveite o embalo. É mais uma forma de economizar. “Nessa situação, nunca desça em ponto morto. Use o freio-motor para que o veículo não desça desgovernado e, também, para não sobrecarregar o sistema de freios quando precisar dele”, orienta Piedade.

Dicas para conomizar combustível (Foto: Shutterstock)
Marcha X RPM
Manter uma marcha baixa enquanto o motor está em regime de altas rotações é tão inadequado quanto escolher uma marcha alta para rodar em giros tímidos demais. “Para obter o melhor rendimento com economia, o ideal é trocar as marchas dentro da faixa de torque máximo”, lembra Piedade. A informação está descrita no manual do proprietário. Caso o veículo não traga conta-giros, troque as marchas quando perceber que o motor “ganhou força”.

Dicas para conomizar combustível (Foto: Shutterstock)
De olho nos pneus
Um pneu pode ser responsável por até 20% do consumo de combustível devido à resistência ao rolamento. “Esta resistência depende de fatores externos ao pneu (velocidade, peso e conservação do veículo, pavimento, temperatura, calibragem semanal) e internos, como estrutura, compostos e desenho da banda de rodagem”, comenta Roberto Falkenstein, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Pirelli. Ele lembra que, além da atenção com a calibragem, é preciso manter as rodas alinhadas para evitar o aumento do consumo de combustível.

FONTE: https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2013/02/dicas-para-economizar-combustivel.html

Não. De acordo com Marcelo Ramaciotti, proprietário do centro automotivo Garage 77, além de ser desnecessária, esta não é uma prática adequada, pois pode danificar o câmbio do veículo. “Se alguém for parar um carro atrás de outro que está com o câmbio engatado e der um totozinho (empurrão com o veículo), a marcha engrenada pode estourar o câmbio do carro estacionado”, explica o especialista.

Segundo Marcelo, um freio de estacionamento (ou freio de mão) em boas condições consegue segurar o carro sozinho. O ato de deixar o carro engatado quando estacionado é apenas um improviso para quem está com algum problema no dispositivo. “Isso evita que o carro desça se ocorrer algum problema no freio, mas pode causar um grande prejuízo. O ideal é você ter o freio sempre com a manutenção em dia para não precisar fazer isso em nenhum momento”.

FONTE: https://revistaautoesporte.globo.com/Oficina/noticia/2014/11/preciso-deixar-o-carro-engatado-quando-estaciono-o-carro.html

“Quem anda sempre com o tanque na reserva pode... ficar parado no meio do caminho”, brinca Henrique Pereira, membro da Comissão Técnica de Motores Otto da SAE Brasil. Brincadeiras à parte, o engenheiro diz que, a princípio, rodar ocasionalmente com o carro depois que a luz da reserva acende não acarreta prejuízos à mecânica do veículo. No entanto, se isso virar um hábito frequente, o carro poderá sentir algum efeito colateral.

“Geralmente, no fundo do reservatório ficam depositadas impurezas, que podem ser trazidas para dentro do sistema (motor) quando o combustível do fundo do tanque for puxado.” Pereira explica que a ação pode causar o entupimento de algum filtro do veículo.

Em casos extremos, como rodar com o nível no limite da reserva, pode ocorrer superaquecimento da bomba de combustível. Se isso acontecer, mais uma vez o motorista poderá ficar parado no meio da rua. Para evitar dores de cabeça motivadas por falta de combustível ou troca prematura de componentes, o recomendável é rodar com ao menos ¼ do tanque preenchido.

FONTE:https://revistaautoesporte.globo.com/Oficina/noticia/2013/10/rodar-com-o-tanque-de-combustivel-na-reserva-pode-danificar-algum-componente-do-veiculo.html

Para o balanceamento, o principal sinal de um problema é trepidação no volante. É o que explica o diretor da SAE Brasil, Francisco Satkunas. “Em velocidades acima de 50 km/h, o volante começa a vibrar e isso vai aumentando se o motorista acelerar mais. Este pode ser um sinal que é preciso fazer um balanceamento”. O especialista acrescenta que esse problema também pode acontecer nas rodas traseiras. Neste caso, o motorista irá escutar um barulho vindo da carroceria.

Já para saber se o veículo precisa de um alinhamento, Francisco sugere um teste. “Se em uma rua vazia, com uma velocidade de aproximadamente 20 km/h ou 30 km/h, o condutor soltar rapidamente o volante do carro e sentir que ele está puxando para algum lado, é sinal de um problema”. Neste caso, é preciso levar o carro para uma verificação de alinhamento.

Segundo o engenheiro, é recomendado fazer uma verificação de alinhamento e balanceamento a cada 10 ou 15 mil km. Mas se o carro estiver se comportando bem, sem vibração ou sem sair da linha reta, não é necessário fazer a avaliação.

FONTE:https://revistaautoesporte.globo.com/Oficina/noticia/2014/12/como-saber-se-o-carro-precisa-de-um-alinhamento-ou-balanceamento.html

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