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A Chevrolet passa a oferecer o Equinox LT para o público PcD. O lançamento oficial aconteceu no Mobility Show, feira dedicada ao segmento de produtos para pessoas com deficiência. O modelo é vendido por R$ 122.000 (com isenção), enquanto o preço público sugerido da versão é R$ 142.990.

Para os interessados em adquirir o SUV com isenção de impostos, a rede Chevrolet conta com um departamento especializado para atender o consumidor PcD e dar toda a orientação.  “Muitos desconhecem que além dos motoristas, os não-condutores, como deficientes visuais e mentais também têm o direito a adquirir os carros com condições especiais”, comenta o gerente regional de Vendas Diretas da GM, Marcos Saraiva.

Vai viajar para um outro país e está em dúvida se é necessário tirar algum documento especial para alugar um carro e sair dirigindo? Em muitos casos não. A nossa Carteira Nacional de Habilitação, a popular CNH, é aceita na maioria dos países como um documento válido.

No entanto, em muitos casos também é solicitado a Permissão Internacional para Dirigir (PID), especialmente quando o motorista for conduzir veículos por mais de 180 dias. O documento funciona como uma tradução da Carteira Nacional de Habilitação para sete idiomas: alemão, árabe, espanhol, francês, inglês, português e russo. Esse documento é aceito em mais de 100 países signatários da Convenção de Viena e deve ser apresentado junto à CNH brasileira.

Embora o PID não seja considerado obrigatório em muitos países, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e algumas locadoras de carros estrangeiras recomendam que o motorista tenha a permissão em mãos.

No Brasil, o processo e o valor para tirar esse documento variam de estado para estado. Em São Paulo, por exemplo, o processo pode ser feito totalmente pelo site do Detran. Basta pagar a taxa de emissão do documento, no valor de R$ 259,05, e R$ 11 pela taxa de entrega dos Correios. Quem preferir, pode solicitar em alguma unidade e retirar lá presencialmente. Em Minas Gerais, o processo também pode ser feito online, mas o valor é menor: R$ 159,32.

No Rio de Janeiro, no entanto, o processo é presencial. É necessário pagar a taxa e agendar um horário em uma unidade do Detran. Lá, é necessário apresentar os originais e uma cópia de: documento de identificação com registro da naturalidade (como o RG), CNH válida, comprovante de pagamento da taxa de serviço (R$ 139,30) e o passaporte.

É importante verificar o vencimento da sua habilitação, pois a permissão terá a mesma validade. Se a carteria de motorista estiver próxima do vencimento, o melhor é aguardar a renovação da CNH para solicitar o PID. Também é bom lembrar que o motorista não pode ter nenhuma pendência, multas, carteira suspensa ou restrições administrativas ou judiciais.

JAPÃO E CHINA

Países como Japão e a China não aceitam a Permissão Internacional para Dirigir nem a CNH. Para alugar um carro por lá, é necessário ter a carteira de habilitação local. Isso se deve ao fato de o idioma e o alfabeto serem específicos.

A dica para pilotar em países com mão inglesa é só que se tenha cuidado redobrado. Caso você cometa alguma infração durante a viagem, você não poderá sair de lá sem pagar. Em alguns casos, a pena para isso é ser proibido de entrar novamente no país e até mesmo ter o passaporte bloqueado. Portanto, se no dia a dia você deve evitar levar alguma multa, no exterior o cuidado deve ser redobrado.

Verifique também a idade mínima para alugar um carro no país desejado. Na maioria é preciso ter mais de 21 anos. Em alguns lugares, condutores menores de 25 anos devem pagar uma taxa extra.

Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2018/08/preciso-pedir-uma-cnh-internacional-para-dirigir-em-outros-paises.html

Já ouviu falar de apreensão do veículo? Pois é, existem penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que, além da multa em dinheiro, também privam o proprietário da posse e uso do veículo por determinado período, dependendo da gravidade da infração. Confira o que pode deixar seu xodó de castigo no depósito, segundo o Detran-SP.

Licenciamento atrasado
Veículos sem registro ou licenciamento em dia também é considerado gravíssimo e aí já sabe, né? Multa de R$ 293,47 – sem falar da retenção no depósito.

Placa ilegível
Se qualquer uma das placas estiver sem condições de leitura ou visibilidade, o proprietário é “presenteado” com uma infração gravíssima e multa de R$ 293,47.

Disputar corrida
"Tirar racha" em vias públicas é sinônimo de infração gravíssima com agravante, que eleva o valor da multa a R$ 2.934,70.

Promover competições
Organizar corridas ou demonstrações sem autorização prévia da autoridade de trânsito também é considerado gravíssimo e pesa no bolso: R$ 2.934,70.

Manobras perigosas
Utilizar o veículo para fazer acrobacias de qualquer tipo – por mais subjetivo que pareça – é considerado gravíssimo e custa R$ 2.934,70 ao proprietário.

Placa adulterada
Placas de identificação em desacordo com as especificações e com o modelo estabelecido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) é infração média, com multa de R$ 130,16.

Identificação irregular
Conduzir o veículo com lacre, inscrição do chassi, selo, placa ou qualquer outro elemento de identificação que tenha sido violado ou falsificado é considerado gravíssimo e, além da apreensão, garante prejuízo de R$ 293,47 ao proprietário.

Sem placa
Nada de dirigir o veículo sem uma das placas de identificação, senão, é infração gravíssima e multa de R$ 293,47.

CNH adulterada
Falsificar ou adulterar a carteira nacional de habilitação (CNH) ou o documento de identificação do veículo? Infração gravíssima e R$ 293,47 na conta bancária!

O que fazer?
Pisou na bola e teve o veículo apreendido? Então, guarde bem a via original do Comprovante de Recolhimento (CRR) ou do Auto de Recolhimento de Documento (ARD), que devem ser utilizados para identificar qual unidade da Polícia Militar fez a remoção. O passo a passo varia de acordo com o local da infração, então, vale seguir as instruções do Detran-SP.

Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2017/05/confira-quais-infracoes-de-transito-causam-apreensao-do-veiculo.html

Assim como o motor, o câmbio do carro também utiliza óleo lubrificante, que tem como função primordial reduzir o atrito e, dessa forma, preservar as peças móveis do desgaste. No entanto, existem algumas peculiaridades que exigem atenção do proprietário, que detalhamos a seguir.

Câmbio manual
Os automóveis atuais equipados com câmbio manual não precisam de troca. “A tecnologia dos lubrificantes evoluiu muito e hoje eles são do tipo ‘lifetime’, ou seja, duram por toda a vida útil do sistema”, explica Francisco Satkunas, conselheiro da SAE, Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade. “A construção das transmissões também evoluiu muito nesse sentido.”

Dessa forma, somente é necessário a substituição do lubrificante se ocorrer algum vazamento ou em caso de reparo. Por isso, fique sempre de olho se o carro apresenta perda de óleo e confira no manual do proprietário o prazo recomendado para realizar a verificação periódica do nível do lubrificante.

Nas caixas automatizadas, que utilizam o mesmo sistema de embreagem e engrenagens dos câmbios manuais (só que acionadas por atuadores eletro-hidráulicos ou elétricos) o procedimento tende a ser o mesmo. Já as de dupla embreagem, imersas em óleo, podem demandar trocas periódicas, já que pode haver contaminação por conta do atrito dos discos. Seja qual for o caso, siga sempre as recomendações da fabricante.

Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2018/08/quando-devo-trocar-o-oleo-do-cambio.html

Na esteira do sucesso de utilitários esportivos e crossovers, os pneus de uso misto vêm ganhando espaço no mercado. No entanto, além de custarem até 50% a mais, eles também apresentam certas desvantagens que muita gente sequer imagina. Por isso, é importante entender se eles são adequados para você e o seu carro.

Características

Como o nome sugere, os pneus de uso misto permitem que o veículo rode sobre pisos pavimentados e também no fora-de-estrada, fazendo a transição sem maiores dramas. “Eles são indicados para quem precisa trafegar um pouco nos dois mundos”, diz Eduardo Roveri, gerente de certificação da Continental Pneus, referindo-se ao seu maior benefício, a versatilidade. “Evidentemente, o pneu misto não é o melhor para o asfalto, caso contrário seria ruim na terra. E vice-versa”.

Esse meio termo se reflete em sua construção. A estrutura é mais reforçada que a dos pneus para asfalto, para suportar maiores níveis de impacto e ser mais resistente à perfuração - essa estrutura mais robusta explica o custo mais elevado. Já a banda de rodagem possui um desenho mais liso e uniforme que a dos pneus “mud” (especiais para o off-road pesado, que possuem grandes blocos espaçados e têm preço ainda maior), o que o faz perder capacidade de tração nas trilhas, mas melhora o conforto no asfalto.

Apesar do grande avanço apresentado nos últimos anos, principalmente em função da demanda dos SUVs, os pneus de uso misto ainda apresentam desvantagens, como nível de ruído mais elevado - principalmente em velocidades mais altas -, além de maiores consumo de combustível e distância de frenagem em piso molhado.

Design também conta
“A demanda por esses pneus não se deve apenas à aplicação em si, mas também pelo seu design”, explica Fabio Migliano, gerente de produto e motorsport da Pirelli, referindo-se a modelos que não tem qualquer recurso off-road e são usados 100% no asfalto, mas que incorporam os pneus mistos como recurso estético. “Há motoristas que sabem disso e até abrem mão do conforto pelo visual, mas tem gente que só descobre na prática e fica decepcionado.”

Então, na hora de comprar um automóvel, é importante levar o tipo de pneu que ele está calçando em consideração. Além disso, no momento da reposição, se o consumidor sabe que não vai colocar o carro na lama e abre mão do visual, ele também pode considerar a troca dos pneus de uso misto por modelos “100% asfalto”, de olho em uma melhor relação custo/benefício.

Mix
Os pneus de uso misto ainda possuem variantes - o que amplia as dúvidas do consumidor, mas, ao mesmo tempo, permitem uma melhor adequação às suas necessidades. Os modelos do tipo 50/50 ficam no meio termo, e são recomendados para quem faz um uso equilibrado entre asfalto e terra.

Há versões que privilegiam o fora-de-estrada (um pneu 20/80 tem maior capacidade de tração na trilha, mas maior nível de ruído que o 50/50 no asfalto), indicados para quem usa o carro mais na terra, e, eventualmente, no asfalto, e outras que são projetadas para o oposto (um 70/30 será mais silencioso em vias pavimentadas, mas proporciona menos tração na terra que o 50/50), ideais para quem usa o carro na cidade e eventualmente faz incursões em estradas de terra.


Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2018/08/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-pneus-de-uso-misto.html

Se por algum motivo seu carro ficou impregnado com cheiro de cigarro, isso te incomoda e você não tem ideia de como resolver a questão, não se desespere. Existem algumas formas para eliminar o cheiro de cigarro - e outros odores desagradáveis do veículo, como comida ou vômito. Todo mundo já deve ter ouvido alguma receita caseira, mas a lavagem completa combinada com a higienização com ozônio é considerado a método mais eficiente pelos especialistas.

“A fumaça do cigarro contém principalmente nicotina, que se prende em toda superfície do teto, bancos, carpetes e em todos os painéis”, explica Tiago Augusto Oliveira, gerente da rede de Lava-Rápido Dry Dream. Além da limpeza em todas essas áreas, em casos mais extremos é necessário remover os bancos para poder limpar todo o tecido da cabine. “Após isso, nós aplicamos uma máquina de vapor com produtos ecológicos para ‘quebrar’ essas
partículas de nicotina.”

O trabalho é finalizado com a Oxi-Sanitização, processo que consiste em transformar o oxigênio do ar (molécula formada por dois átomos de oxigênio – O₂) em ozônio (três átomos - O₃). Esse gás auxilia na limpeza de ambientes, por ser altamente reativo e oxidante. Ele ataca as ligações químicas dos elementos que geram odor e a reação tem como resultado o próprio ozônio, além de água e gás carbônico.

“O ozônio é o maior bactericida e fungicida existente hoje em dia. Ele reduz drasticamente os contaminantes existentes no interior do veículo, como fungos, bactérias, vírus e outras moléculas que podem causar odores”, explica Laércio Atuati, gerente comercial e responsável técnico da Interozone, fabricante de equipamentos de higienização com ozônio e que atende várias montadoras.

Como complemento à higienização com ozônio, Oliveira recomenda a substituição do filtro de cabine. Todo o processo pode custar de R$ 500 a R$ 1.400, dependendo do porte do veículo, e pode demorar até 8 horas. Se o veículo for blindado, o serviço pode durar até dois dias e o preço também aumenta, dependendo do tipo de trabalho que precise ser feito.

Faça você mesmo
Uma das mais receitas caseiras conhecidas e que possui relativa eficácia para eliminar odores é colocar um pedaço de carvão no veículo. Por ter propriedade absorvente, ele é capaz de eliminar, no período de uma semana, o mau cheiro causado pela fumaça. Colocar café em um pequeno pote no habitáculo também é uma alternativa, cumprindo a mesma função do carvão.

Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2018/08/como-eliminar-o-cheiro-de-cigarro-do-veiculo.html

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