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Para quem gosta de carros manter a carroceria sempre brilhando é um cuidado essencial. E um dos maiores pesadelos dos motoristas vaidosos são os riscos na pintura, que podem atingir desde a parte superficial da carroceria até o primer (camada anterior à tinta). É para tratar dos chamados micro-riscos que a 3M desenvolveu o Elimina Riscos, voltado ao uso caseiro.

O produto tem aspecto semelhante a uma massa de polir e é vendido em frasco de 120g (pelo preço médio de R$ 29,00). Segundo a fabricante, o item promete remover riscos superficiais e pequenas manchas na pintura. Ele também pode ser usado nos vidros para remoção de marcas d’água (causadas, geralmente, por chuva ácida).

 

Para testar a eficiência, aplicamos o Elimina Riscos em dois arranhões (um mais superficial e outro mais profundo) na carroceria de um Ford Ka 2015, de cor preto sólido. Seguimos as orientações da embalagem e aplicamos o produto com a ajuda de um pano de microfibra, sempre em movimentos circulares.

Em um primeiro momento, houve um efeito aparente na diminuição do risco mais leve. Porém, mesmo após segunda aplicação indicada na bisnaga, o arranhão ainda era visível (ainda que suavizado). Já no risco mais profundo, não houve melhora perceptível.

Talvez o nome Elimina Riscos crie uma expectativa grande no consumidor na hora da compra. Mas, em nosso teste, o produto da 3M ajudou apenas a mascarar os arranhões mais superficiais na carroceria – conforme a embalagem indica, ele não remove riscos cuja profundidade afete o primer.

Fonte: https://revistacarro.com.br/noticias/especiais/elimina-riscos-3m-efeito-temporario/

Não importa onde elas estejam, as famosas marcas de dedos são um pesadelo para aqueles que detestam sujeira. No celular, televisão, monitor ou na tela da central multimídia do seu carro, essas manchas, além de um incômodo, são um sinal de que ali vivem milhares de bactérias.

Para se livrar delas, há no mercado alguns produtos específicos para este fim. É o caso do Kit Limpa Telas, da Rodabrill, que é formado por um líquido em spray de 100 ml e um pequeno pano de microfibra – pagamos R$ 16,90 pelo conjunto em uma loja de produtos automotivos em São Paulo (SP).

O produto promete limpar as telas e, além disso, acabar com 99,9% dos micróbios que vivem impregnados nos visores dos eletroeletrônicos. Conforme indica o fabricante, desligamos a tela da central multimídia do veículo para que ficasse fria e só assim executar o teste.

Após aplicar o spray no pano de microfibra, passamos o produto em movimentos circulares em toda a superfície e deixamos agir. Com um efeito de secagem rápido, proporcionado pelo álcool isopropílico em sua composição, o fabricante sugere tempo de espera de até 10 minutos para o lustro final com o lado seco do pano. O resultado é uma tela limpa e, importante, sem nenhum arranhão.

Além de prático, o produto tem bom rendimento: três borrifadas foram suficientes para a limpeza total com o efeito esperado. Em relação às bactérias, não pudemos aferir se o produto realmente elimina quase 100% delas. Mas podemos dizer que ele vale o investimento.

 

Fonte: https://revistacarro.com.br/destaques/kit-limpa-telas-rodabrill/

Os PETs sempre tiveram presença forte em nossas vidas, porém há alguns cuidados que se devem levar em conta quando decidimos leva-los conosco em algumas viagens. No veículo o animal de estimação não pode ficar solto, deve ser transportado em local apropriado como a caixa de transporte. Esse item pode ser colocada no assoalho do banco traseiro ou no porta-malas. Além do cuidado com o animal, é proibido levar o bicho no colo ou entre o corpo e a porta. A multa é média no valor de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH. Para evitar que o motorista seja punido e não deixe seu melhor amigo sozinho em casa, a Chevrolet lança uma linha de acessórios originais que servem para transporte de gatos e cachorros. 

Entre os itens estão a cadeirinha, guia retrátil, guia para ser conectada ao feche do cinto de segurança, bolsa de passeio e caixa transportadora. Confira: 

 

Fonte: https://revistacarro.com.br/destaques/chevrolet-lanca-acessorios-para-evitar-multas-no-transito-ao-transportar-pets/

Você já parou para pensar qual é o tipo de diesel que você utiliza em seu carro? Bom, se você não sabe, é importante tomar conhecimento que existem, pelo menos, dois tipos de diesel comercializados nos postos: o S10 e o S500. O S500 indica que o diesel tem 500 miligramas de enxofre por quilograma de combustível.

O filtro de particulado (DPF) é um item vital para o funcionamento
do sistema e, em contrapartida, garante que o material particulado proveniente da queima não vá para o meio ambiente

Por sua vez, o S10 contém apenas 10 miligramas de enxofre na mesma quantidade de amostra. Mas, como identificar o tipo de diesel na hora abastecimento? Esta resposta até que é simples, basta olhar a cor: o S500 tem coloração avermelhada; já o S10 tem um tom de amarelado para incolor.

Qual devo utilizar?

De acordo com dados divulgados pela ANP, se você tem um veículo fabricado até 1º de janeiro de 2012, você pode utilizar um diesel S500 sem se preocupar, pois a tecnologia empregada na fabricação do sistema de alimentação do seu carro comporta este combustível.

No entanto, todos os modelos fabricados após este período devem utilizar o S10.

Mas, isso não impede de que veículos fabricados até 1º de janeiro de 2012 possam utilizar o diesel S10. Muito pelo contrário, isso traz uma série de benefícios, como:

– melhoria na partida à frio, devido ao índice de cetano de 48, contra os 42 do S500;

– redução da emissão de fumaça branca;

– redução na formação de depósitos na câmara de combustão.

Com um diesel mais puro, diminui-se a incidência de impurezas e falhas no sistema de alimentação de combustível, além de possibilitar a redução das emissões de material particulado em até 80% e de óxidos de nitrogênio em até 98%.

É aí, no ponto que trabalhamos a emissão de material particulado que entra um personagem muito importante nos veículos à diesel modernos, o filtro de partículas diesel, ou DPF.

O que é e como funciona?

O filtro de partículas diesel pode ser identificado também DPF ou FAP, e tem a missão de atuar como “purificador” no sistema de escapamento do veículo, reduzindo ao máximo a emissão de fuligem dos gases de escape de um motor diesel.

Por dentro, porosidades
“filtram” a fuligem antes que ela saia pelo escapamento

Para entender melhor, no DPF (como costuma ser conhecido comercialmente), a fuligem passa por porosidades de aberturas variadas dentro do filtro, geralmente fabricado em cerâmica (ou material metálico) e acabam ficando presas. Essa fuligem acumulada no filtro de particulado (DPF) é então regenerada passivamente, quando os gases de escape atingem a temperatura mínima de sublimação; ou ativamente, onde pode ocorrer a injeção secundária de combustível até que os gases atinjam temperatura de sublimação da fuligem. Assim, o filtro consegue eliminar até 85% da fuligem expelida pelo sistema de escapamento.

Manutenção

Antes de abastecer o seu carro, é bom conferir se o combustível é S10 ou S500, pois isso interfere
diretamente na durabilidade do filtro DPF.

Como todo filtro que retém impurezas, o DPF precisa de cuidados. Algumas fabricantes recomendam a troca do componente em períodos entre 80.000 km e 200.000 km, ou quando detectado que o filtro não consiga mais se regenerar por qualquer motivo.

Trafegar em trechos urbanos com trânsito pesado, ou usar o veículo poucas vezes e em trajetos curtos, faz com que o filtro não atinja a sua temperatura ideal para regenerar as partículas presas nele, fazendo o carro perder rendimento e elevando o consumo de combustível.

Outros fatores que levam o DPF a falhar é a utilização de um combustível com alto teor de enxofre (S500), utilização de lubrifi cante fora da especificação recomendada pelo fabricante e até alterações nas programações originais das centrais de injeção eletrônica, tornando o carro mais potente e, consequentemente, interferindo no funcionamento original dos componentes de controle de emissões.



Fonte: https://revistacarro.com.br/noticias/entupiu-o-filtro-dpf-e-bom-conferir-o-diesel/

A manutenção preventiva é a premissa que deve ser adotada durante toda a convivência do proprietário com o seu veículo, mas quando algum serviço recomendado afeta diretamente na saúde dos seus ocupantes, a atenção deve ser redobrada. Neste ponto, o filtro de cabine, popularmente conhecido como de ar-condicionado ou antipólen, tem uma particularidade: não tem a troca programada por prazo ou quilometragens preestabelecidas.

“Como esse filtro não tem um período de troca previamente definido, é de suma importância que seja realizada uma inspeção visual periódica no mesmo. Por mais incômodo que seja o acesso. Para veículos que trafegam em grandes centros urbanos, recomenda-se uma inspeção mensal. Em locais muito poeirentos, a inspeção deve ser quinzenal. Veículos que trafegam no litoral também merecem uma atenção especial. Apesar do índice de particulados (poeira) ser menor, a alta umidade do ar pode levar a formação de bolor no elemento filtrante”, explica Fernando Landulfo, professor da faculdade de Engenharia Mecânica da FMU.

Como funciona?

O ar externo passa através de um elemento filtrante, elimina as partículas que adentrariam a cabine do veículo. Em alguns casos, o filtro possui carvão ativado, que assimila a função de reter alguns odores indesejáveis. Dessa forma, mesmo que o sistema de recirculação interna do ar esteja ligado, o filtro consegue reter odores externos ao veículo.

Por que faz mal à saúde?

 

É muito comum aos filtros de cabine a proliferação de fungos e bactérias quando não substituídos a muito tempo. Geralmente, é possível notar a existência de pequenas manchas no elemento filtrante que podem indicar a presença destes agentes biológicos. As constantes variações de temperatura e de umidade tornam a região um prato cheio para a reprodução destes microorganismos. Deste modo, a não substituição do filtro de cabine pode acarretar em doenças respiratórias aos ocupantes, como resfriados, alergias e outras.

Manutenção

 

É importante sempre ficar atento aos sinais que indicam que o filtro está saturado, como perda de eficiência do conjunto climatizador e mau cheiro quando a ventilação está acionada. A substituição do filtro não é difícil, mas a posição deste varia de acordo com o veículo. Portanto, não há uma fórmula que indique exatamente onde está localizado. Para isso, o manual do proprietário ou o contato direto com o fabricante do veículo são os melhores caminhos.

No entanto, nem todo carro possui filtro de cabine. Neste caso, não é recomendada qualquer alteração no conjunto, como a abertura de uma janela para a inserção do elemento filtrante, por exemplo. Neste caso, nada melhor que entrar em contato com a fabricante do veículo para sanar possíveis dúvidas.

 

Fonte: https://revistacarro.com.br/destaques/filtro-de-cabine-tem-que-trocar/

A Chevrolet passa a oferecer o Equinox LT para o público PcD. O lançamento oficial aconteceu no Mobility Show, feira dedicada ao segmento de produtos para pessoas com deficiência. O modelo é vendido por R$ 122.000 (com isenção), enquanto o preço público sugerido da versão é R$ 142.990.

Para os interessados em adquirir o SUV com isenção de impostos, a rede Chevrolet conta com um departamento especializado para atender o consumidor PcD e dar toda a orientação.  “Muitos desconhecem que além dos motoristas, os não-condutores, como deficientes visuais e mentais também têm o direito a adquirir os carros com condições especiais”, comenta o gerente regional de Vendas Diretas da GM, Marcos Saraiva.

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